As Experiências

Corpos Acumulados É uma obra permanentemente aberta, em permanente processo de criação e experimentação. Por isso, cada temporada é uma etapa experimental e todas são diferentes entre si:

Experiência 1

Novembro de 2008 a Janeiro de 2009

Exploração do espetáculo Dois espaços em Simultaneamente. Apresentações ocorreram na Usina e no Pinel, ao mesmo tempo, a partir de dois pontos de vista contraditórios. Tanto na Usina quanto no Pinel, o roteiro de cenas é o mesmo. O que difere é o ponto de vista das cenas um Serem montadas em cada lugar. PONTO DE VISTA DA USINA: O ATRASO, O precario, O ARCAICO. MAIS DO QUE ISSO: ponto de vista dos donos da vida danificada e dos cúmplices da dominação. PONTO DE VISTA DO PINEL: O MODERNO, O PROGRESSO, a velocidade. MAIS DO QUE ISSO: dos soterrados Ponto de Vista. Como Vivem os soterrados (ou são expurgados) do Progresso? O conceito que regeu o espetáculo, o da duplicação infinita e labiríntica da forma mercadoria, Estabeleceu como princípio para uma dualidade que reproduz espetáculo (que as contradições da sociedade brasileira) o de que a peça em cada cada espaço é outra e mesma sumultaneamente. Corpos Acumulados igual e é distinto de si mesmo nos dois espaços. Seguindo o conceito dos dois espaços, como no capitalismo brasileiro, o experimento avançou repondo o atraso, desenvolveu-se retrocedendo, modernizou-se alimetand-se do arcaico.

Experiência 2

11 de setembro a 18 de outubro de 2009

Experimentar uma dualidade de pontos de vista em um mesmo espaço, em um roteiro único, ressaltando uma convivência íntima ea interdependência das contradições que formam o capitalismo tardio e espetacular Brasileiro. Apresentação do experimento em platôs, realizando a cada dia Platô distinto um, visando uma participação ativa do público no processo de criação do experimento.

Experiência 3

31 de outubro a 20 de dezembro de 2009

Apresentação do experimento na íntegra, com todos os seus platôs sendo realizados Simultaneamente. Aqui, o público torna-se como dramaturgo Participante: crítico do processo e do resultado como um todo, e apontando rumos Intervenções a partir do ponto de vista da totalidade.

Experiência 4

30 de janeiro a 28 de março de 2010

Após a intervenção do público em todas as etapas anteriores, é apresentada mais uma versão do experimento, versão integral, Capaz de unir todas as Intervenções dos Participaram do que como criadores PROCESSO: atores, artistas e público diversos, constituindo Corpos Acumulados como um devir permanente , Estabelecido como um amplo processo coletivo de criação.

EXPERIÊNCIA 2

Ensaio em Devir