Sonhei . Tento entender a incoerência da montanha de livros copiados. Era ‘O Processo’, várias cópias para todos lermos. Quando abri só ví um monte de recortes, de trechos… Uma bolha enorme de plástico com os atores e objetos flutuavam no meio de nossa sede destruída. Expulsos mais uma vez. Em São Paulo e na periferia de um litoral qualquer, encenávamos no meio da merda.



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